Arquivo de June, 2008

#$%#$….

Thursday, 5 de June de 2008 | Xana

Chuva… outra vez… raios… assim nunca mais posso usar o meu vestido novo! :)
Deviamos fazer uma petição: “Se estiver farto de chuva até aos olhos, por favor assine aqui. Assim que juntarmos 1 milhão de assinaturas, faremos chegar esta mensagem ao São Pedro, no sentido de incentivar as conversações com os mortais.”
E ainda digo mais: #$%#$…

Ah! E mais…

Tuesday, 3 de June de 2008 | Xana

Descobri uma coisa muito interessante. Quando o pessoal aqui de Braga me dizia: “Uiii! Isso fica para lá de São Bento da Porta Aberta!”, eu, na minha ingenuidade de estrangeira na cidade, pensava que queriam dizer que ficava muito longe, assim como: “em cascos de rolha” ou “no cu de Judas” ou “onde Judas perdeu as botas”.
Mas não… para lá de São Bento da Porta Aberta quer dizer efectivamente isso. Ou seja, uns kilometros a seguir a essa localidade. Porque existe mesmo! E parece que é um local de peregrinação muito importante.
Só foi pena que a porta estivesse fechada…

La Dolce Vita

Tuesday, 3 de June de 2008 | Xana

Quando se planeia uma caminhada no Gerês, pensa-se num passeio tranquilo, a contemplar a natureza. Atrevo-me a pensar até num momento introspectivo…
Mas bem… se juntarmos a isto mais 200 pessoas onde se incluem a minha mãe e as minhas tias… lá se vai a contemplação!
O meu passeio idílico transformou-se numa aventura desgarrada e numa risota pegada!
Passear com as irmãs catatuas é um misto de adoração e desespero… é espectacular conseguir ouvir as conversas delas a 500 metros de distância e imaginar toda a fauna daquela serra lindíssima a fugir a sete pés. Acho que não davam mesmo para caçadoras… eu bem estranhei não ter encontrado nem uma mosca… fugiram todas… todos nós sabemos que os animais são muito sensíveis ao som…
Ora, naturalmente, elas consomem tanta energia a falar (e a colocar a voz em timbres nunca antes ouvidos) que não chega grande energia às pernas… como tal, rapidamente ficaram para trás, assustadoramente longe do resto do grupo…
Então, eu e o meu primo (como bons samaritanos) achamos por bem acompanhar aquelas doidas!
E ainda bem, porque senão por esta altura ainda andavam no meio do mato… foi mesmo muito complicado leva-las pelos caminhos certos… parece que têm uma tendência especial para se perderem…e ainda refilam… :)
E pronto, acabei o dia sem pernas, sem ouvidos, sem tranquilidade, mas com a alma bem preenchida!
Adoro a minha família!