E finalmente chegamos ao bendito museu da aldeia! E ficamos maravilhados!
Foi um espaço criado no início do século XX por um tal de Dimitrie Gusti.
Este senhor deu-se ao trabalho de correr todos os cantos da Roménia e de literalmente transportar casas típicas com as respectivas mobílias e acessórios para juntar todas neste espaço de Bucareste. Genial!
O que resultou foi um museu ao ar livre, enorme, com casinhas espalhadas por todo o lado, cada uma delas com um jardim e todas as geringonças necessárias a uma casa de aldeia da respectiva região. Um regalo!
Claro que é interessante ver a diversidade dos tipos de construção e das actividades rurais associadas a cada local. É giro dizer:” Eh Pá, vamos até ali à Transilvânia, ou quê? É que eu estou a ficar com fome!”
Mas mais giro é notar que todas as casinhas que estão abertas ao público têm uma senhora que não faz mais nada senão tomar conta da casinha! Limpa o pó, arranja o jardim, rega as flores, varre, cozinha e engoma! E guardam a casa com a própria vida!
Estão a imaginar a quantidade de gente que lá trabalha?!
Disseram-me que aos fins-de-semana elas vestem os trajes tradicionais e servem comidas típicas! Quando voltar à Roménia hei-de apanhar este museu a um Sábado! Não me escapa!
Bem, por fim aviso que vou pedir ao ZP para me colocar um slide-show aqui no post, com fotos só deste museu.
Espero que se divirtam!
E afinal o que comeram na Transilvânia? O farnel? Ou havia algum lugar por ali onde se comia? Curiosidade… pura curiosidade… Deve ser por estar, eu, AGORA com fome… Gosto imenso destes relatos. Os romenos deveriam vê-los e aproveitá-los para fazer publicidade sobre o seu país.
Bem, eu não fazia a mais pequena ideia da existência de um museu como este.. Deve ser maravilhoso…
A ideia é fenomenal e pelos retratos que nos mostras, no slide-show, abre mesmo o apetite para uma viagem até à Roménia:)
Já apontei na agenda, só ainda não sei o ano, mas não me escapa:)
LOL..
Beijinhos.
Tanita