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	<title>Coisas de Cão &#187; Viagens</title>
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	<description>Se o Mundo é das pessoas, e as pessoas levam uma vida de cão… então o Mundo é dos cães… como nós (já dizia “O Outro”)…</description>
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		<title>Dublin</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 14:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ora bem&#8230; o que dizer sobre Dublin&#8230;
A minha primeira e única experiência foi UAU!
A cidade recebeu-nos com uma Sol radiante, uma excelente luz para fotografias e gente bem disposta e aterefada por todo o lado.
Viaja-se bem para todo o lado, ora de metro de superficie, ora de comboio que faz a linha da costa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="Ah, este e o James Joyce. Foi o unico escritor com estatua que eu reconheci... a ignorancia e tramada..." rel="2010-0-2-13-2-1" href="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/S17lgGan_wI/AAAAAAAAGtQ/JyHE63e3BIk/IMG_4493.JPG?imgmax=640"><img class="pie-img alignright" style="margin: 0px 0px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/S17lgGan_wI/AAAAAAAAGtQ/JyHE63e3BIk/s160-c/IMG_4493.JPG" alt="Ah, este e o James Joyce. Foi o unico escritor com estatua que eu reconheci... a ignorancia e tramada..." width="160" height="160" /></a>Ora bem&#8230; o que dizer sobre Dublin&#8230;</p>
<p>A minha primeira e única experiência foi UAU!</p>
<p>A cidade recebeu-nos com uma Sol radiante, uma excelente luz para fotografias e gente bem disposta e aterefada por todo o lado.</p>
<p>Viaja-se bem para todo o lado, ora de metro de superficie, ora de comboio que faz a linha da costa e tem uma vista espectacular! Autocarros há muitos, mas se tiverem que passar no centro é melhor evitar&#8230; trânsito caótico! Fim do Mundo em cuecas! E gente louca a conduzir como numa boa capital que se preze! <img src='http://www.coisasdecao.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a class="thickbox" rel="2010-0-2-13-2-59" href="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/S17mGdcu1eI/AAAAAAAAGts/acwp8Rt-Tms/IMG_4511.JPG?imgmax=640"><img class="pie-img alignright" style="margin: 0px 0px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/S17mGdcu1eI/AAAAAAAAGts/acwp8Rt-Tms/s160-c/IMG_4511.JPG" alt="IMG_4511.JPG" width="160" height="160" /></a>É uma cidade com muitos contrates, principalmente arquitectónicos e principalmente no centro. Todos eles nos chocam, mas não só pela negativa (apesar de que a transformação de um castelo antigo numa massa de cimento pintada de amarelo, laranja e azul bébé ainda me está no goto&#8230;)</p>
<p>Arejada, com muitos jardins e parques e esculturas por todo o lado (eles gostam das suas estátuas, principalmente de escritores ilustres desconhecidos&#8230;)</p>
<p>Foi divertido descobrir a zona de Temple Bar, onde se concentram os restaurantes, cafés e bares pequenos e pitorescos com música ao vivo o tempo todo. Provavelmente coisa para turista ver&#8230; mas não deixa de ser bem giro!</p>
<p>Não houve tempo, mas descobrimos imensos passeios que se podem fazer nas redondezas, tanto a património natural como histórico. Coisas de deixar mesmo água na boca!</p>
<p>Enfim&#8230; mais uma cidade &#8220;must visit&#8221;!</p>
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		<title>Frio, neve e falta de profissionalismo</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 21:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é meus amigos. Estou em Londres, preso por causa do tempo e por causa da falta de profissionalismo da EasyJet. Voos cancelados, dezenas de pessoas completamente destroçadas sem conseguir ver como ir a Portugal passar o Natal com as suas famílias&#8230; Uma cena triste, uma actuação desumana por parte daquela companhiazeca de meia tigela. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é meus amigos. Estou em Londres, preso por causa do tempo e por causa da falta de profissionalismo da EasyJet. Voos cancelados, dezenas de pessoas completamente destroçadas sem conseguir ver como ir a Portugal passar o Natal com as suas famílias&#8230; Uma cena triste, uma actuação desumana por parte daquela companhiazeca de meia tigela. Nada&#8230; Não ajudam em nada e contam com o facto de as pessoas terem dinheiro para se desemerdarem sozinhos. É triste, muito triste. Principalmente nesta altura do ano.</p>
<p>Neste dia, acima de tudo, o meu coração esta com um simpático austríaco, mulher e seus três filhos que se encontraram na mesma situação que eu. Uma viagem em família a Londres estragada por terceiros. Mas o sorriso e serenidade do homem tocou-me. &#8220;Que fazer&#8221;, dizia ele com toda a razão. &#8220;Só tenho de arranjar maneira de voltar porque eu tenho de trabalhar amanhã e os meus filhos têm escola&#8230;&#8221;</p>
<p>Triste, absolutamente triste. EasyJet nunca mais.</p>
<p>Ps. Marquei um voo na TAP e la vou eu amanhã bem cedinho. Ao menos eu sei que a TAP funciona e que preza bem mais os clientes que tem.</p>
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		<title>2º Capítulo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 16:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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		<description><![CDATA[E bem, lá aportámos em Portsmouth e deslumbramos com a logística e a mecânica envolvida no raio do barco. Os sinhores enginheiros que planearam aquilo tinham alguns norónios!  
A viagem até Slough não teve nada a reportar, salvo o facto de irmos a conduzir ao contrário, o que se revelou bastante mais fácil do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E bem, lá aportámos em Portsmouth e deslumbramos com a logística e a mecânica envolvida no raio do barco. Os sinhores enginheiros que planearam aquilo tinham alguns norónios! <img src='http://www.coisasdecao.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A viagem até Slough não teve nada a reportar, salvo o facto de irmos a conduzir ao contrário, o que se revelou bastante mais fácil do que estava à espera.</p>
<p>Antes de irmos visitar o Asif ainda deu para um saltinho mesmo muito rápido até Windsor para a minha mãe ter um cheirinho de realeza!</p>
<p>Escusado será dizer que apesar de eu o ter avisado que não era preciso comida, o Asif e a Tehmina presentearam-nos com um banquete de comida paquistanesa super picante que a minha mãe adorou. E mostrou-se bastante útil, dado que as nossas provisões estavam a acabar&#8230; incrível!</p>
<p>Foi mesmo uma visita de médico, que acabou em abraços e lágrimas em português, inglês e paquistanês, e siga para bingo!</p>
<p>Uma viagem medonha até Pembroke&#8230; chovia a cântaros e o vento parecia soprado pelas profundezas do inferno&#8230; alguns troços iluminados, outros nem por isso, o que nos fez achar que alguns municípios não devem estar nas boas graças da rainha&#8230;</p>
<p>Um café absolutamente medonho pelo caminho e nada mais a reportar. Lá chegámos ao novo ferry!</p>
<p>Digamos que chega a um ponto em que o nosso cérebro já não consegue divagar pelos prazeres do caminho e está mesmo só concentrado no fim. Tipo robot com uma ordem&#8230;</p>
<p>Dormimos nos sofás do restaurante do ferry (bastante confortáveis) e a minha mãe quase não pregou olho porque estava uma tempestade que abanava o barco todo&#8230; não dei conta de nada&#8230;</p>
<p>E pronto, um pequeno almoço irlandês no primeiro quiosque que encontramos e mais 4 horas de viagem pelo verde irlandês até Cork.</p>
<p>De notar que durante todo este trajecto a Miúda portou-se impecavelmente bem. Nem um só ganidinho, nada! Acho que se resignou facilmente a dormir para esquecer&#8230;</p>
<p>Vendo agora em retrospectiva, tivemos mesmo uma viagem santa! Tudo correu bem! Fomos mesmo afortunadas, e bem protegidas&#8230;</p>
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		<title>Para a Irlanda. De carro!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Então aqui vai um resumo muito resumido da nossa viagem de carro até à Irlanda:
Combinamos dormir às 18h para saírmos à meia-noite. Claro que só consegui dormir 1,5 horas e depois fiquei à espera que a minha mãe acordasse (venho depois a descobrir que ela enfiou um calmante e dormiu que nem uma santa).
Fizemos uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então aqui vai um resumo muito resumido da nossa viagem de carro até à Irlanda:</p>
<p>Combinamos dormir às 18h para saírmos à meia-noite. Claro que só consegui dormir 1,5 horas e depois fiquei à espera que a minha mãe acordasse (venho depois a descobrir que ela enfiou um calmante e dormiu que nem uma santa).</p>
<p>Fizemos uma viagem de carro sem sobressaltos maiores do que o calafrio de alguma terrível música de Quim Barreiros ou a vontade de suicídio ao ouvir Tony de Matos. Aliás, a música foi uma constante na viagem toda e quem ganhou foi o António Mafra com 100% de votos para as músicas mais divertidas e anti-sono. Excelentes para as infindáveis auto estradas espanholas.</p>
<p>Estranhamente nunca nos perdemos e desligamos o GPS no 1º &#8220;Recalculando&#8221; daquela voz irritante que tem a mania que sabe tudo mas que se atrapalha com qualquer coisinha&#8230;</p>
<p>O caminho estava super bem sinalizado mesmo até ao local de embarque no ferry.</p>
<p>Assistimos a um belíssimo nascer do Sol na zona de Valladolid, com os 1ºs raios de Sol a demonstrar a sua tenacidade e persistência sobre um conjunto de nuvens que resolveram armar-se em desmancha prazeres.</p>
<p>Deslumbramos com a magnífica paisagem de montanhas entre Burgos e Santander. Um misto de verde com rochas, uns salpicos de neve e um Sol brilhante a tornar tudo ainda mais bonito (como sempre).</p>
<p>De notar que neste troço da viagem já só deviam restar uns ligeiros vestígios de sangue na cafeína que me corria pelas veias (ainda assim com força de vontade suficiente para subornar o meu cerebro a adormecer).</p>
<p>Ainda bem que a minha mãe dormiu ou a coisa teria sido crítica&#8230; Fica a nota mental de nunca mais me meter numa viagem de 7 horas a conduzir sem planear uma paragem para dormir&#8230;</p>
<p>Claro que fomos as primeiras a chegar ao barco e a fazer o check in e ainda deu tempo para uma voltinha na zona ribeira de Santander.</p>
<p>Só me lembro de ver umas construções lindas e tal&#8230; muito trânsito&#8230; meia hora para me trazerem um café numa esplanada toda chique&#8230; e uma busca hilariante por um WC onde tivemos que acabar por pagar para entrar&#8230;</p>
<p>Não tive presença para grandes contemplações já que todas as celulas do meu corpo gritavam por comida e cama&#8230;</p>
<p>O farnel que a minha mãe preparou, apesar de tão grande que não nos podíamos mexer no carro, revelou-se providencial! A mistura explosiva de cansaço com má comida teria sido fatal!</p>
<p>E bem, lá entramos no barco. Perdemo-nos lá dentro entre escadas, elevadores e corredores, mas depressa entendemos a mecânica da coisa.</p>
<p>Instalamos a Miúda no meio de lágrimas e fomos para o convés assistir à partida.</p>
<p>Só me lembro de me sentar no chão, sentir o barco vibrar tanto que parecia que ia explodir, apreciar a vista de Santander meio desfocada e acho que adormeci&#8230;</p>
<p>Não há lugar para grandes emoções. Nem dá para realmente apreciar a beleza de uma experiência nova quando o corpo não responde&#8230; é pena&#8230;</p>
<p>E bem, aterramos na cabine durante 2 horitas e fomos passera a Miúda que tremia como varas verdes. Pobres bichos&#8230;</p>
<p>Vimos um por do Sol lindo no meio do mar e duma ventania doida e dormimos outra vez. 12 horas non stop!</p>
<p>Um bom pequeno almoço e um banho e passeios com a Miúda no deck. Um Sol brilhante e quente. Um mar calmo e o horizonte lá longe&#8230; Perfeito!</p>
<p>É interessante que viajar de barco retira-nos o stress da viagem e transforma-a num passeio. Concentramo-nos no caminho e não no fim. Como alguém sábio diz: &#8220;A felicidade é o caminho&#8221; e as viagens rápidas retiram-nos essa possibilidade&#8230;</p>
<p>Como o mar é lindo&#8230; e grande&#8230; 5cm de mapa são uma imensidão de vida&#8230; Respeita-se a admira-se&#8230;</p>
<p>E o barco vai devagarinho para não incomodar&#8230;</p>
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		<title>The Ring of Kerry</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 10:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, um passeio lindo de cortar a respiração.
Dizem que é a zona mais bonita da Irlanda, não sei&#8230; mas pela primeira vez vi montanhas a sério neste país e deslumbrei-me.
Tentei em vão fotografar as paisagens, mas não há foto capaz de fazer juz à grandiosidade do cenário e àquela sensação de que somos tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, um passeio lindo de cortar a respiração.</p>
<p>Dizem que é a zona mais bonita da Irlanda, não sei&#8230; mas pela primeira vez vi montanhas a sério neste país e deslumbrei-me.</p>
<p>Tentei em vão fotografar as paisagens, mas não há foto capaz de fazer juz à grandiosidade do cenário e àquela sensação de que somos tão pequeninos perante tamanha beleza.</p>
<p>É uma espécie de circuito oval de aproximadamente 200 km onde se vê um pouco de tudo.</p>
<p>Montes ermos e despidos povoados por ovelhas e ervas daninhas com alguns vestígios de neve nos topos.</p>
<p>Planícies recortadas por murinhos de xisto, que são a casa das vacas e dos tractores.</p>
<p>Praias compridas com areia fina e clara, rodeadas por montes verdes e risonhos.</p>
<p>Falésias negras rendilhadas contra um mar calmo e brilhante que adopta tonalidades diferentes consoante o humor.</p>
<p>Paisagens lunares seguidas de bosques densos e desarrumados.</p>
<p>Estradas estreitas que se tornam invisíveis e protegem a magia dos espaços.</p>
<p>Sítios ermos e terras grandes e coloridas cheias de sons.</p>
<p>Cidades porto fantasma, onde por milagre, dentro de algum pub perdido, se encontram pessoas reais a fugir do frio ou da fome.</p>
<p>Lagos com formas estranhas, águas límpidas e árvores felizes.</p>
<p>Imensos caminheiros curiosos os desportistas.</p>
<p>Fortes, castelos, casas abandonadas, ruinas perdidas que nos deixam a pensar como viveriam ali as pessoas que as construíram.</p>
<p>Uma quantidade imensa de imagens e informação para os olhos processarem&#8230; Um passeio que podia durar uma vida, para percorrer apenas uma pequena península da terra&#8230;</p>
<p>Fui assistir a uma reunião de cantores Irlandeses cujas vozes apenas chegavam para encher toda a sala.</p>
<p>Cantavam sem acompanhamento, cada um um par de canções. Mais tristes, mais alegres, em Inglês ou Irlandês, com mais ou menos sentimento, sobre o amor, sobre a terra, sobre os amigos, sobre a emigração, sobre recordações ternas de infância&#8230;</p>
<p>Cantam tudo com uma simplicidade genuína. Cantam a dor e a alegria com os mesmos tons, mas com um brilho diferente nos olhos.</p>
<p>De facto cada Irlandês é um cantor. Nascem e crescem a ouvir música&#8230; não admira que assim seja&#8230;</p>
<p>Fora do concerto também se tocava. Música de dança, notas ao desafio para deleite de novos e velhos que batiam o ritmo com os pés.</p>
<p>E bem, após o que pareceu uma eternidade, molhei as mãos no Atlântico e saboreei-o. Sabia a algas, a sal e a mar, como nem todos os mares sabem&#8230;</p>
<p>Corri como uma pata por campos de relva alta e imaginei-me a viver num forte Celta.</p>
<p>Comi peixe bem grelhado e sopa de peixe bem cozinhada.</p>
<p>Sofri de coração em cada curva daqueles caminhos de cabras.</p>
<p>Fiquei tão cansada e dormi tão bem&#8230;</p>
<p>Fica o desejo de voltar com mais tempo, a Miúda e a tenda, para uma caminhada, para poder sentir a terra e os cheiros e ser beijada por aquele ar puro. Para poder memorizar cada paisagem, cada pormenor. Para poder voar um pouco e parar para escrever e cantar ao mar&#8230;</p>
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		<title>Um saltinho a Istambul</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 10:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Delírios]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, tive o privilégio divino que ir lá passar uns dias e vim rendida!
Acho que a recordação mais forte são os sons. Os cânticos que flutuam dos minaretes das mesquitas para chamar para as orações é hipnotizante e encantador. Acorda algo de místico e misterioso em nós. Entra no corpo e envolve-nos como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, tive o privilégio divino que ir lá passar uns dias e vim rendida!</p>
<p>Acho que a recordação mais forte são os sons. Os cânticos que flutuam dos minaretes das mesquitas para chamar para as orações é hipnotizante e encantador. Acorda algo de místico e misterioso em nós. Entra no corpo e envolve-nos como um mantra.</p>
<p>Os gritos das gaivotas, as buzinas dos cargueiros, o trabalhar dos barquitos que são tão pequenos mas fazem mais barulho que um helicóptero.</p>
<p>Os cheiros também&#8230; o pão, a carne em rolos dos kebabs, as castanhas assadas, as espigas de milho, as laranjas e as romãs. As especiarias e os frutos secos, o peixe fresco e cozinhado.</p>
<p>O cheiro do couro e dos tecidos usados. E o cheiro da côr&#8230;</p>
<p>Tudo é colorido e brilhante, desde a comida aos trapos, as panelas, os narguilés, as bandeiras, as jóias&#8230;</p>
<p>Uma verdadeira invasão aos nossos sentidos acostumados ao cinzento, ao cheiro do frio e aos sons dos aviões.</p>
<p>Mais uma vez a sorte do nosso lado e fomos presenteados por um Sol divino que nos aqueceu e iluminou e deu mais brilho a um espaço já de si luminoso.</p>
<p>Outra parte do feitiço da cidade está na história. Milhares de anos de cultura e de recordações. Monumentos magníficos e cheios de vida.</p>
<p>Sentir que aquelas paredes albergaram dores e alegrias, vitórias e derrotas, Romanos, Otomanos, Cristãos, Muculmanos. Que sobre aquelas pedras caminharam infinitas pessoas que percorreram infinitas distâncias, que trocaram sedas e ouro e linguagens e costumes e sonhos&#8230;</p>
<p>As pessoas vão e vêm, mas as pedras lá estão, firmes, para nos mostrar que somos pequenos no tempo e no espaço. E as histórias lá estão para nos lembrar que somos o que fazemos e o que deixamos ao Mundo como contributo pelo seu acolhimento.</p>
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		<title>Mais Irlanda</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 08:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, de facto andar de carro ao contrário foi uma aventura! Especialmente os cruzamentos e as rotundas são um verdadeira desafio. Mas ao final de 2 dias já dizíamos:&#8221; Ah e tal! Afinal não é assim tão difícil!&#8221;
Realmente não há nada a que a gente não se habitue!
Ter um carro na Irlanda é quase tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, de facto andar de carro ao contrário foi uma aventura! Especialmente os cruzamentos e as rotundas são um verdadeira desafio. Mas ao final de 2 dias já dizíamos:&#8221; Ah e tal! Afinal não é assim tão difícil!&#8221;</p>
<p>Realmente não há nada a que a gente não se habitue!</p>
<p>Ter um carro na Irlanda é quase tão importante como ter ar para respirar! Dentro da cidade há transportes, mas para fora&#8230; nem por isso&#8230; comboios&#8230; poucos&#8230; Para passear: a pé ou de bicicleta!</p>
<p>Mas bem, lá fomos conhecer 3 mini cidades costeiras das redondezas.</p>
<p>UAU! Pricipalmente Cobh e Kinsale são terras muito lindas. Casinhas coloridas, tudo bem arranjadinho. Só faltou o cheiro a mar! (O mar lá não cheira&#8230;)</p>
<p>Mas os meus sítios favoritos foram o parque de Blarney e Old End Kinsale.</p>
<p>O parque de Blarney fica nas redondezas do castelo. É enorme e um misto de bem tratadinho com selvagem. É um daqueles cenários onde não nos assustaríamos de saltasse um gnomo de dento de uma daquelas árvores antiquíssimas ou não estranharíamos se umas fadas marotas nos viessem cumprimentar. É sem dúvida um sítio mágico&#8230;</p>
<p>Old End Kinsale, pelo seu lado, é o sítio onde acaba a terra e começa toda aquela vastidão de mar.</p>
<p>Um mar estranho, sem ondas, que parece que está a preparar alguma!</p>
<p>É um cenário magnífico e emocionante. Altas escarpas de rochas negras. Um braço de terra super verde e um mar cinzento com um tímido reflexo de Sol.</p>
<p>Infelizmente (ou não) não há foto que consiga captar a verdadeira essência da coisa. Têm mesmo que vir cá!</p>
<p>Mas bem, fora as paisagens magníficas e andarmos às turras com o GPS, o momento alto do fim-de-semana foi ter conhecido a família Ferreira! <img src='http://www.coisasdecao.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Fomos comer uma arrozada de marisco a casa deles e ficamos no paleio até às quinhentas!</p>
<p>Foi super engraçado conhecer ao vivo e a cores alguém com quem nos comunicavamos apenas pela net. Foi delicioso saborear um arroz de receita especial, mas essencialmente foi muito especial perceber que a idade não estraga a nossa capacidade de amar à primeira vista!</p>
<p>Pessoas espectaculares! E não é por serem prtugueses! É mesmo aqulela sensação que já fomos amigos noutras vidas. Um reconhecimento! Muito bom!</p>
<p>E bem, agora estou mortinha para conhecer o resto da Irlanda. Dizem as más línguas que o melhor ainda está para vir!</p>
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		<title>Cork</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 16:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, faço aqui um pequeno interregno na minha família de Slough para escrever sobre Cork!
Estive lá este fim-de-semana e venho maravilhada! Por isso tem prioridade!
É engraçado como os nossos olhos olham para as coisas de forma diferente consoante o que pensamos, consoante as nossas emoções.
Eu olho para Londres como um local de passagem, vibrante e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-145" href="http://www.coisasdecao.com/2008/09/30/cork/2008-ucc/#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"></a><a class="thickbox" rel="2009-11-3-11-45-49" href="http://lh4.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQXhA7lXI/AAAAAAAAGek/MZxfhlswtSs/2008-ucc%5B1%5D.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img alignright" style="margin:0px 0px 10px 10px;" src="http://lh4.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQXhA7lXI/AAAAAAAAGek/MZxfhlswtSs/2008-ucc%5B1%5D.jpg?imgmax=320" alt="2008-ucc[1].jpg" width="320" height="240" /></a>Ok, faço aqui um pequeno interregno na minha família de Slough para escrever sobre Cork!<a rel="lightbox[2009-11-3-11-38-33]" href="http://lh4.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQXhA7lXI/AAAAAAAAGek/MZxfhlswtSs/2008-ucc%5B1%5D.jpg?imgmax=640"></a></p>
<p>Estive lá este fim-de-semana e venho maravilhada! Por isso tem prioridade!</p>
<p>É engraçado como os nossos olhos olham para as coisas de forma diferente consoante o que pensamos, consoante as nossas emoções.</p>
<p>Eu olho para Londres como um local de passagem, vibrante e deslumbrante, sedutor como um paraíso de férias, mas sem alma&#8230; ou pelo menos sem a minha alma&#8230;</p>
<p>Não sei explicar, mas Cork é onde está o meu coração, e só por isso é o local mais bonito do Mundo&#8230;<a class="thickbox" rel="2009-11-3-11-46-42" href="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQX7ugrrI/AAAAAAAAGeo/qnoqsUa7ICE/cork-city-centre.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img alignright" style="margin:10px 0px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQX7ugrrI/AAAAAAAAGeo/qnoqsUa7ICE/cork-city-centre.jpg?imgmax=320" alt="cork-city-centre.jpg" width="320" height="213" /></a></p>
<p>Claro que também é mesmo um sítio lindíssimo! É emocionante ver tanto verde&#8230; faz bem à alma!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-146" href="http://www.coisasdecao.com/2008/09/30/cork/cork-city-centre/#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"></a>O centro da cidade é muito bonito, velhote e pitoresco, mas bem tratado. Há músicos por todo o lado, há música em cada esquina&#8230; aquece o corpo e o coração&#8230;</p>
<p>Há jardins e parques por toda a parte. De repende enveredamos por um beco e damos de caras com um relvado gigantesco!</p>
<p>Escusado será dizer que se eu tivesse tempo tinha passado o tempo todo espolinhada na relva a dormir, a ler ou só a olhar para o céu!<a class="thickbox" rel="2009-11-3-11-47-6" href="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQYIlP9dI/AAAAAAAAGes/QoRCo9WDR9w/figure_1_aerial_view_of_cor.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img alignright" style="margin:10px 0px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_0H-F_LjyaMc/SxZQYIlP9dI/AAAAAAAAGes/QoRCo9WDR9w/figure_1_aerial_view_of_cor.jpg?imgmax=320" alt="figure_1_aerial_view_of_cor.jpg" width="320" height="312" /></a></p>
<p>Cork recebeu-me com um Sol magnífico. Verdade seja dita que tenho sido muito bem recebida pelo Sol! Ou então o Verão veio mesmo mais tarde para estas bandas!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-147" href="http://www.coisasdecao.com/2008/09/30/cork/figure_1_aerial_view_of_cor/#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"></a>E a luz do sol reflete de forma magnífica as cores muito variadas e berrantes das pequenas casinhas. Todas bem pintadinhas, como se não chuvesse picaretas naquela terra!</p>
<p>Há muita diversidade de raças e culturas. Todas misturadas, sem stresses e sem conflitos.</p>
<p>Come-se mal&#8230; os irlandeses não sabem comer&#8230; por isso precisam mesmo de meia dúzia de portugueses bem gulosos para aprender umas coisas! Mas a brincar, a brincar, já se vê muita obesidade como em Inglaterra, de tanta variadade de porcarias que lá se encontram!</p>
<p>O ZP está numa casinha fixe. Com uns companheiros, digamos, peculiares! São malta porreira, ajudam-no imenso e são uma boa companhia! É o que interessa!</p>
<p>Agora estou mortinha para voltar lá e conseguir ir até ao mar&#8230;</p>
<p>Um dia ainda vamos ter uma quintinha sossegada perto do mar! Com montes de cães a saltitar por todo o lado!</p>
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		<title>Windsor</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 07:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um dia de Sol quente e brilhante e lá fui eu a correr para Windsor! Aqui todas as abertas têm que se aproveitar, nunca se sabe quando é que vai ser o próximo dia de Sol.
É engraçado que me pareceu bastante fácil habituar ao clima deste país. É óbvio que quando está Sol é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um dia de Sol quente e brilhante e lá fui eu a correr para Windsor! Aqui todas as abertas têm que se aproveitar, nunca se sabe quando é que vai ser o próximo dia de Sol.</p>
<p>É engraçado que me pareceu bastante fácil habituar ao clima deste país. É óbvio que quando está Sol é uma alegria! Mas quando está a chover já não há aquele sentimento de depressão e de moleza, é só mais um dia normal!</p>
<p>Mas bem, lá fui eu conhecer o castelo de Verão da Rainha e o colégio dos Principes em Eton.</p>
<p>É uma delícia passear por lá! Parece cidade de conto de fadas&#8230; tudo pequenino, florido, muito antigo mas muito bem preservado. É lindissimo!</p>
<p>Resolvi dar uma de japonês e tirar um montão de fotos. Até fotografei os cisnes da rainha! Mas estava um tempo tão bom que não me atrevi a ir visitar o castelo. Quel é que tem coragem de se enfiar entre 4 paredes com um Sol destes? Por muito bonitas que sejam as tais paredes&#8230; Isso e o facto do bilhete de entrada ser para cima de um dinheirão!</p>
<p>E pronto&#8230; depois deu-me a fome&#8230; e como a comida também é a preços de realeza, resolvi ir para a Slough da plebe!</p>
<p>E ainda bem, porque acabei a jantar numa casa de paquistaneses, comida de rei (apesar de super picante) e a rir às gargalhadas sentada no meio do chão com um monte de putos a corrilar pela casa toda!</p>
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		<title>Londres</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 06:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; Não há palavras para descrever Londres&#8230; Estão a ver espectacularmente fantástica?
Juntem a isso grandiosa e pitoresca, divertida e soturna, brilhante e sombria, moderna e antiga, cosmopolita e tradicional, rica e pobre, verde, cinza, castanha, vermelha, azul&#8230;
Londres foi suficientemente simpática para me acolher com um Sol lindíssimo e brilhante e com um calorzinho de Primavera. Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; Não há palavras para descrever Londres&#8230; Estão a ver espectacularmente fantástica?</p>
<p>Juntem a isso grandiosa e pitoresca, divertida e soturna, brilhante e sombria, moderna e antiga, cosmopolita e tradicional, rica e pobre, verde, cinza, castanha, vermelha, azul&#8230;</p>
<p>Londres foi suficientemente simpática para me acolher com um Sol lindíssimo e brilhante e com um calorzinho de Primavera. Foi um gesto muito querido da sua parte!</p>
<p>Andei durante horas simplesmente passeando pelas ruas, absorvendo as cores e os aromas. Saltitando de loja em loja de boca aberta e olhos esbugalhados&#8230; as lojas são um espanto de tanta cor e tantas coisas tão diferentes&#8230; Se tivesse dinheiro comprava Londres inteira, ainda bem que não tenho! Consegui o impossível que foi controlar-me e não comprar rigorosamente nada! Zip! Niente! Niste!</p>
<p>Vê-se gente de todas as cores e credos! Há tantos estrangeiros e alguns ingleses falam tão mal, que é difícil saber quem é quem. Eu passo despercebida!</p>
<p>Respira-se uma energia fluída, não pesada. Talvez um pouco electrizante, mas sem vislumbres de violência. Talvez seja do Sol, que tem o poder de iluminar e aquecer corações&#8230; Depois veremos como é que fica no Inverno&#8230;</p>
<p>Já vi o celebre render da guarda, passeei no Soho, Picadilly, Little China Town e Camden Town. Quero muito ir a Convent Garden, mas ainda não deu. Aquilo é grande demais para as minhas pernas pequeninas!</p>
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